Premiers épisodes...
O próprio do ser humano é pensar. Pensa, pois, de dia e de noite. Neste espaço - às vezes nulo - entre dias e noites surgiu a possibilidade de um estendal de documentos. Primeiro, pensados para possível utilização em atividades escolares. Depois, expostos à sensibilidade de qualquer um. Se não vieres de dia, se não vieres de noite, podes vir ao lusco-fusco que é quando o texto, a imagem, o som e o silêncio sustentam a cor do teu olhar.
José Maria Laura
sábado, 5 de julho de 2014
EIME e CARLOS DO CARMO - “Fado é amor” PARABÉNS!
CARLOS DO CARMO - pelo mundo, por cá...
Carlos do Carmo tornou-se o primeiro português a ganhar um Grammy e logo numa das categorias mais consideradas, o "Lifetime Achievement", entregue apenas aos artistas pelo conjunto da obra que produziram ao longo da sua carreira e não devido ao êxito que lograram com determinada canção ou álbum.
AQUI: http://expresso.sapo.pt/carlos-do-carmo-e-o-primeiro-portugues-a-conquistar-um-grammy=f878643#ixzz36cZzrulBEime, um rosto com nome e um fadista que é Lisboa
O fadista Carlos do Carmo, 50 anos de carreira, está numa parede de Lisboa. Foi um desafio para o jovem artista Daniel Eime, habituado a rostos anónimos
Texto de Luís Octávio Costa • 01/11/2013
"Mais Do Que Amor É Amar" (1986, Polygram). Carlos do Carmo já tinha 15 álbuns, mais coisa menos coisa. Daniel acabara de nascer nas Caldas da Rainha. Vinte e sete anos depois (uma mão cheia de discos depois), os dois artistas encontraram-se (sem nunca se terem encontrado) numa parede lisboeta.
AQUI: http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/9748/eime-um-rosto-com-nome-e-um-fadista-que-e-lisboaquinta-feira, 3 de julho de 2014
Para continuar a conversar com o Fernando...
2009, o Fernando com Gisela Ramos Rosa e António Ramos Rosa
Quando entre noite e dia já não distinguires
Ter-te-ás aproximado daquele ponto em que a luz
Deixou de te fazer falta.
Quand tu ne distingueras plus la nuit du jour
Tu seras plus près de ce point où la lumière
Cessa de te manquer.
LA MAISON, LE CHEMIN
A Casa, o Caminho
Édition bilingue
Le Taillis Pré, 2008
Ferreira Dias e Noites
sempre de maõs e versos dados com o Fernando...
terça-feira, 1 de julho de 2014
NISA: Homenagem póstuma a Fernando Eduardo Carita
10.6.14
«Eu creio que a realidade e a poesia, tal como se apresentam ao homem, exigem um desprendimento gradual, um crescente desnudamento, a fim de nos aproximarmos do núcleo essencial do que há ou do que existe, e que é ou nos parece ser.» - António Carlos Cortez
A Câmara Municipal de Nisa promoveu no passado sábado, dia 31 de Maio, no âmbito do programa da Feira do Livro de Nisa, uma homenagem póstuma ao poeta e professor nisense, Fernando Eduardo Carita, nascido em 1961 e falecido em 2013 após longa doença e sofrimento.
Na mesa da sessão, realizada no Cine Teatro, perante numeroso público, a presidente da Câmara, Idalina Trindade, o presidente da Assembleia Municipal, João Santana, o pai do homenageado, professor João Maria, o irmão do poeta, Filipe Carita, e António Carlos Cortez, professor de literatura e amigo de Fernando Carita.
Idalina Trindade deu as boas vindas aos convidados e público presente, salientando que era de todo merecida essa evocação do homem, do professor e do poeta que, como muitos outras figuras da cultura portuguesa, começou a ser conhecido e ter projecção no estrangeiro. A edil nisense disse ser de toda a justiça e merecimento dar a conhecer a obra poética de Fernando Eduardo Carita, mostrando-se esperançada de que na próxima Feira do Livro, os seus livros possam ser disponibilizados aos leitores, publicados na sua língua materna.
Filipe Carita, traçou o perfil e a biografia social e profissional do poeta, seu irmão, não deixando de referir a longa doença que o atingiu e o viria a vitimar, realçando a sua força e vontade de viver, alicerçada no ensino e na escrita, para enfrentar o sofrimento, constante e doloroso, sem um queixume.
Quatro alunas da Escola Prof. Mendes dos Remédios de Nisa, leram outros tantos poemas de Fernando Eduardo Carita, antes de António Carlos Cortez tomar a palavra e fazer uma análise sobre a vida e a obra do poeta nisense, seu amigo e companheiro de muitas vivências.
Numa exposição detalhada e fundamentada, António Carlos Cortez fez uma ligação aos aspectos mais salientes da poesia de Fernando Eduardo Carita, dando exemplos da sua erudição e cultura, revelando os traços fundamentais da personalidade do poeta e professor.
Uma exposição que, pela qualidade e profundidade da análise não deixaremos de publicar em artigo sobre Fernando Eduardo Carita.
Fernando Eduardo Carita: o homem, o professor, o poeta
Fernando Eduardo Louro Carita, era natural de Nisa, onde nasceu a 27 de Maio de 1961, tendo falecido a 22 de Junho de 2013.
Fernando Eduardo Carita, nome como era conhecido nos anais da cultura, deixa publicadas algumas das mais significativas obras da moderna poesia portuguesa.
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (português e francês) foi professor na Escola Prof. Mendes dos Remédios, de Nisa e mais tarde na Escola Secundária Ferreira Dias (Agualva-Cacém), estabelecimento onde viria a interromper a sua actividade docente, já minado pela grave doença com que viria a falecer, uma doença que enfrentou com uma coragem e determinação inigualáveis.

Fernando Eduardo Carita - Sintra (2009)
Publicou três livros: A Obscura Espiritualidade da Matéria (1988) edição de autor; A Salvação Pelo Vazio / Le salut par le vide (edição bilíngue traduzida para o francês por Marie Claire Vromans.) (2005); A Casa, o Caminho / La maison, le chemin (edição bilingue traduzida para o francês por Marie Claire Vromans) (2008).
Para além da colaboração em diversas revistas da especialidade, dois dos seus poemas foram publicados no número 177 – Maio de 2011 da Revista Colóquio /Letras – Poesia.
Traduziu inúmeros textos de conhecidos autores, entre estes Yves Namur, poeta belga, cuja tradução deu a conhecer em Portugal, “Figuras do Muito Obscuro”, livro prefaciado por Nuno Júdice.
Fernando Eduardo Carita foi um dos 40 escritores entrevistados por Ana Marques Gastão para o Diário de Notícias e reunidas num volume de 468 páginas, O Falar dos Poetas, publicado pela Afrontamento.
Mário Mendes in "Alto Alentejo" - 4/6/2014
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