quinta-feira, 12 de abril de 2018

PRÉMIO LITERÁRIO FERNANDO CARITA - As 4 edições (2014, 2015, 2016 e 2017)

Fernando José Eduardo Louro Carita


Fernando Eduardo Louro Carita nasceu a 27 de maio de 1961 e faleceu em 22 de junho de 2013. Estudou na Faculdade de Letras de Lisboa. Foi professor, tradutor e poeta. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Português e Francês), exerceu a sua atividade docente na Escola Professor Mendes dos Remédios, de Nisa, posteriormente na Escola Secundária de Benfica e, por fim, na Escola Secundária Ferreira Dias (Agualva-Cacém).
Deixou publicados três livros: A Obscura Espiritualidade da Matéria (Lisboa, 1988), em edição de autor, bilingue, da Taillis Prés, há muito fora de circulação, e dois livros de poemas que estão entre algumas das mais significativas obras da moderna poesia portuguesa, A Salvação pelo Vazio / Le Salut par le Vide, em 2005, e A Casa, o Caminho / La Maison, le Chemin, em 2008 (ambos publicados na Bélgica, em edição bilingue, traduzida para o francês por Marie Claire Vromans). Traduziu o livro Figures du très Obscur / Figuras do muito Obscuro, de Yves Namur (Lisboa, 2005, editora Cavalo de Ferro).  Postumamente, foi publicado o livro Estância & Deixamento, em junho de 2017, pela Editora Licorne.
Para além da colaboração em diversas revistas da especialidade, dois dos seus poemas foram publicados no número 177 – maio de 2011 da Revista Colóquio / Letras – Poesia.
Traduziu vários textos de conhecidos autores, entre eles Yves Namur, poeta belga, cuja tradução deu a conhecer, em Portugal, “Figuras do Muito Obscuro”, livro prefaciado por Nuno Júdice.
Fernando Eduardo Carita foi um dos 40 escritores entrevistados por Ana Marques Gastão para o Diário de Notícias. O texto faz parte de um conjunto de entrevistas reunidas num volume de 468 páginas, O Falar dos Poetas, publicado pela editora Afrontamento.
Ficou conhecido pela sua obra poética e teve projeção no estrangeiro.

Judite Morais

As 4 compilações 




NA FERREIRA: ENTREGA DO PRÉMIO LITERÁRIO FERNANDO CARITA - 2017

Realizou-se, no dia 08 de fevereiro, a entrega do prémio literário Fernando Carita relativa ao ano de 2017.
São justificáveis os motivos da não comparência de alguns alunos premiados, pelo facto de terem ingressado em Universidades fora de Lisboa.
Felicitamos todos os participantes que, este ano, participaram com os seus textos neste concurso, tendo contribuído para dar continuidade ao espólio literário deixado pelo poeta e professor Fernando Carita.
Agradecemos a participação dos alunos Pedro Vilão, Sara Santos e Yue Wan, da turma do 12º C3, destacando as excelentes leituras e declamações com as quais abrilhantaram esta cerimónia.
Judite Morais

Parabéns a todos os premiados.














Fotografias de Osvaldo Castanheira e Aires Almeida Duarte

domingo, 8 de abril de 2018

Centenaire de la bataille de la Lys - Les descendants des soldats portugais

Le cimetière militaire portugais de Richebourg / © Edouard BRIDE / Max PPP

«Le 9 avril 1918, un corps expéditionnaire portugais fort de plus de 55.000 hommes, stationné sur le front du nord de la France et en Flandre belge, avait été attaqué par plusieurs divisions allemandes à Neuve-Chapelle, Richebourg et Laventie. Lors de la "Bataille de la Lys" (9-29 avril 1918), près de 7.400 Portugais avaient été tués, blessés ou faits prisonniers.»

GONÇALO GALVÃO TELES e JORGE PAIXÃO DA COSTA - «Soldado Milhões»

‘Soldado Milhões’, o filme que conta a história do herói português da Primeira Guerra Mundial


Estreia a 12 de Abril e promete ser um dos filmes portugueses a ter grande destaque em 2018
A 9 de Abril de 1918 o soldado transmontano Aníbal Augusto Milhais, que nasceu em 1895, na aldeia de Valongo, concelho de Murça, integrou a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português e enfrentou os alemães na batalha de La Lys (Flandres), durante Primeira Guerra Mundial.
Trailer - Soldado Milhões from Ukbar Filmes on Vimeo.
AQUI:https://www.comunidadeculturaearte.com/soldado-milhoes-o-filme-que-conta-a-historia-do-heroi-portugues-da-primeira-guerra-mundial/

JOÃO D'ASSUNÇÃO, le ch'ti Portugais


«Dans le cimetière d’Ecquedecques, près de Béthune dans le Pas-de-Calais est inhumé Joao d’Assunçao, depuis 1975. Dans sa tombe, un peu de terre du Portugal. Envoyé en France, en 1917 avec le Corps Expéditionnaire Portugais, Joao choisira de ne pas repartir au pays.»



👉Un ch'ti

1914-1918 Les Portugais entrent en guerre - Bataille de la Lys




«Les "Serranos" dans l'hiver du nord
Mais le moral des « Serranos », des troupes portugaises, sera mis à rude épreuve par le terrible hiver 1917 dans cette plaine boueuse de la Lys. La république a été renversée par un gouvernement nettement moins combatif. Et surtout, les renforts n’arriveront plus. Les Britanniques donnent la priorité au transport des troupes américaines récemment engagés.

Le 9 avrils 1918, 1er jour de la bataille de la Lys, il ne reste plus qu’une division portugaise de 9000 hommes aux côtés des Alliés. Face à la puissance ennemie, les Portugais ne pourront résister. L’offensive fera 398 morts enterrés, ici au cimetière portugais de Richebourg.»
MERCI: https://france3-regions.francetvinfo.fr/hauts-de-france/nord-pas-calais/pas-calais/histoires-14-18-portugais-entrent-guerrre-1178571.html


«Les Britanniques tentent de résister, parfois, avec des moyens dérisoires comme des barricades de fortune dans les rues d'Armentières. Mais devant la violence de l'impact, ils s'effondrent . Les Portugais récemment engagés aux côtés des Alliés connaissent un terrible baptême du feu. Leurs 2 divisions mal préparées doivent affronter 10 divisions allemandes très entraînées.
Ils perdront plus de 7000 hommes, autant se seront faits prisonniers. Certains de ces soldats tués sont enterrés ici dans ce cimetière portugais.»