quarta-feira, 27 de outubro de 2021

CASA DA CULTURA LÍVIO DE MORAIS - Exposição

Arte Africana dos Museus de Etnologia 
Europa - África - América

« O Centro Cultural Luso Moçambicano inaugura no dia 23 de Outubro a exposição
Arte Africana nos Museus de Etnologia da Europa, E.U.A e África, atividade que acompanha a edição de um Catálogo resultante do inventário de 50 peças de arte africana localizadas em Museus de Arte, Etnologia e História, espalhados pelo mundo.
Este projeto conta com o apoio financeiro do Programa Anual de Apoio às Associações de Imigrantes do Alto Comissariado para as Migrações.
Apesar de serem reconhecidas como objetos artísticos e etnográficos, as máscaras e esculturas africanas, propriedade atual dos museus, foram retirados dos seus locais de origem, anulando suas funções e se transformando em acervos, servindo ao longo da história de suporte material para a perpetuação de ideias raciais de diminuição cultural e social dos povos africanos.
O presente projeto, ao estabelecer uma relação de parceria com 20 museus internacionais para a construção de um catálogo que reúne símbolos essenciais ao conhecimento da diversidade ritualística dos povos dos vários países africanos, será um complemento documental ao acervo existente nos museus internacionais e nacionais, abrindo caminho para um novo interesse sobre os acervos museológicos e a história da ancestralidade dos povos colonizados e contribuindo para o debate e reflexão acerca da restituição de bens culturais aos seus países de origem. »


Mensagem de Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial para a Cultura Africana e Afrodescendente - 24 de janeiro de 2021

Com esta nova edição do Dia Mundial para a Cultura Africana e Afrodescendente, a UNESCO deseja honrar e destacar estas culturas, na sua diversidade e atualidade.

Dos tambores do Candombe à cidade de pedra de Zanzibar, para mencionar apenas os bens classificados como património material e imaterial, as culturas da África e da diáspora teceram formas únicas de pensar e sentir, de vivenciar e expressar, através dos séculos e dos continentes.   








Apresentação do catálogo da exposição por Mestre Lívio de Morais



Senhor Embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Casimiro Simeão Bule




Vereador Eduardo Quinta Nova - Câmara de Sintra

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Doutora Sónia Pereira, Alta-Comissária para as migrações









Professora Serafina Costa, tradutora

Professores Maria Laura Matos e José Maria Silva, tradutores




A apresentação das obras com o entusiasmo e a sabedoria de Mestre Lívio!







Lívio de Morais e o Senhor Carlos Miguel Nunes Casimiro Pereira, Presidente da junta de freguesia de Agualva Mira Sintra


Elsa de Noronha, filha do poeta moçambicano Rui de Noronha, declamou poesia.





Lívio de Morais e a esposa, Fátima Morais.


« Só podemos assim estar muito gratos a Lívio de Morais, professor e artista plástico, criador do projeto e curador, por nos oferecer este projeto cultural, de exposição e contextualização, que nos ajuda a conhecer mais e melhor a Arte Africana, elemento fundamental da nossa História coletiva mundial.»
Sónia Pereira



Não percam esta exposição exposta até dezembro de 2021,

na Casa da Cultura Lívio de Morais
Av. 25 de Abril, Largo da Igreja - Mira Sintra
2735-400 Cacém

Mira-Sintra continua a espelhar Museus do Mundo!

 



Vale bem a pena respirar entre máscaras. Sorve-se um sopro antigo de madeira humana laborada em testemunho de Vida, em registo de História.
Lívio de morais acarinha estas obras de arte como pão. Como pão que aquece entre mãos e dentes de meninos com fome. Pão dos olhos. Pão da alma. Pão anónimo de histórias longamente contadas em silêncio.
José Maria Silva

Fotografias - Fátima de Morais e Maria Laura Matos


terça-feira, 26 de outubro de 2021

DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR - «Faça você mesmo»

No Dia da Biblioteca Escolar, 
os intervalos ficaram animados na Sala dos Professores:
fizemos o nosso marcador de página!

 







Os nossos agradecimentos !

À Fernanda Oliveira pelo registo deste momento tão agradável!

À Ana Lourenço que nos ajudou a recortar e a dobrar!

À Biblioteca por ter oferecido sorrisos e descontração!

Maria Laura


Na Ferreira, critérios sortidos!


Nesse dia, festejávamos aniversários e o regresso às reuniões presenciais !



Uma turminha empenhada num doce projeto interdisciplinar...



As disciplinas de Espanhol, Francês e Português a definir meticulosamente critérios...
...de convívio !



Descritores de desempenho ? Ajustados ao tamanho do sorriso




Fatores de ponderação ? Companheirismo e descontração



Tarefas ? Diversificadas e representativas para o currículo das nossas vidas



Rubricas ? Reguladoras apenas da (re)partição da alegria


Uma avaliação? Sempre de proximidade


Instrumentos ? Observação direta atenta...


... e abraços físicos ou virtuais


Aprendizagens essenciais ? Compreensão, interação e expressão!



Fomentar uma escrita criativa e uma oralidade risonha



As melhores estratégias ?


Privilegiar o trabalho de pares...


... apostar no trabalho de grupo ...



... sem esquecer a postura corporal ao serviço da clareza ...


e, sempre, mobilizar energias
que criaram raízes na Ferreira 
e que crescem agora regadas pela Aqua Alba...

As aniversariantes agradecem esta aula tão carinhosamente planificada! 

Falta o feedback: O bolo da Alice mereceu a classificação máxima!
 
Caros e caras colegas, não se esqueçam que a avaliação deve ser contínua e sistemática...😉  
Maria Laura



terça-feira, 5 de outubro de 2021

HENRI JULES JEAN GEOFFROY e SEBASTIÃO DA GAMA - Professor, Professora...

“o que eu quero principalmente é que vivam felizes” 
 
“Não sou junto de vós mais do que um camarada um bocadinho mais velho. Sei coisas que vocês não sabem, do mesmo modo que vocês sabem coisas que eu não sei ou já esqueci. Estou aqui para ensinar umas e aprender outras. Ensinar, não: falar delas. Aqui e no pátio e na rua e no vapor e no comboio e no jardim e onde quer que nos encontremos.

Não acabei sem lhes notar que ‘a aula é nossa’. Que a todos cabe o direito de falar, desde que fale um de cada vez e não corte a palavra ao que está com ela” 

SEBASTIÃO DA GAMA,  Diário




 "Il était le peintre des enfants et des humbles" précise son épitaphe au cimetière de Pantin. Henri Jules-Jean Geoffroy, dit "Géo", croquait les écoliers, son sujet de prédilection, lui dont l'atelier était situé à proximité d'une école. Au début du XXe siècle, il réalise donc ce tableau, un peu moins de vingt ans après l'instauration des lois Jules Ferry qui rendent l'école gratuite, publique et obligatoire."