sexta-feira, 15 de novembro de 2024

MARTA NUNES - Celeste Caeiro (1933-2024)

« Celeste Caeiro morreu hoje, o seu gesto deu à liberdade a cor vermelha de um cravo, sem ela não haveria cravos em Abril!
1933-2024 »
Marta Nunes




 


Celeste Caeiro nas comemorações do 50.º aniversário do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade 
Rui Gaudêncio


👍 Morreu Celeste Caeiro, a mulher que deu os cravos aos militares do 25 de Abril



quinta-feira, 7 de novembro de 2024

AGRUPAMENTO AQUA ALBA - Quando a terra treme...


Reagir de forma eficaz!


No 5 de novembro, pelas 11h 05m, nas escolas do nosso Agrupamento, crianças e jovens, docentes e não docentes participaram no exercício público de sensibilização A TERRA TREME 2024.  

Antes da sua realização, os alunos do Projeto de Sismologia percorreram os corredores, as salas, reforçando a importância do exercício nas diferentes turmas. 






Esta iniciativa alerta  a comunidade escolar para o risco sísmico e sensibiliza para a importância de comportamentos que podem salvar vidas em zonas particularmente sensíveis como a nossa região.

Durante o exercício, os três gestos que salvam, BAIXAR, PROTEGER E AGUARDAR, foram executados nos diferentes espaços da Ferreira, nas salas de aula, na biblioteca, no refeitório ou ainda na secretaria.







 Graças aos alunos e professores do Projeto de Sismologia,  com a colaboração da Freguesia de Agualva e Mira Sintra ,  a Proteção Civil de Sintra  e o IDL - Instituto Dom Luiz, foi possível treinar esses gestos,  reforçando uma cultura de segurança, promovendo uma cidadania ativa e participativa.





Parabéns a todos pela participação!
José Maria Laura






sábado, 2 de novembro de 2024

ANTÓNIO LOBO ANTUNES - Os amigos não morrem

 

Fotografia de José Maria Laura, novembro de 2024


"Os amigos não morrem: andam por aí, entram por nós dentro quando menos se espera e então tudo muda: desarrumam o passado, desarrumam o presente, instalam-se com um sorriso num canto nosso e é como se nunca tivessem partido. É como, não: nunca partiram. [...] 

AQUI




domingo, 27 de outubro de 2024

MÁRIO QUINTANA - Seiscentos e sessenta e seis


SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

Mario Quintana 




Fotografia de José Maria Laura

ARMAN - L'heure de tous

(Gare Saint Lazare - Paris)